terça-feira, 18 de dezembro de 2012

ATENÇÃO

ATENÇÃO GENTE, SE ALGUÉM AINDA LÊ ESSE BLOG... EU FIZ UMA FIC NOVA, QUE TERA FINAL. http://i-shouldknow.blogspot.com

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Capítulo 16 - Tá me convidando pra sair?









Na próxima aula, a professora decide fazer um comunicado importante.

Adriana: Atenção alunos. Duas duplas mudaram, por favor fiquem aqui Milena, Micaella, Willy e Juan. O resto não esqueçam da lição.

Willy: Professora, como assim as duplas mudaram?

Adriana: Agora são Willy e Micaella, Milena e Juan.

Willy e Juan pensam: Essa era a minha chance.

Willy: Mas por quê as duplas mudaram? Isso não é justo.

Adriana: A Milena pediu para eu mudar as duplas e eu achei o motivo justo. Desculpa Willy, quem decidi se é justo sou eu, não você.

Todos estão saindo, Willy puxa Milena.

Willy: Por que você fez isso Milena?

Mile: Fiz o que?

Willy: Por que você mudou as duplas? Foi algo que eu fiz? Algo que eu disse. Se foi desculpa Mile.

Mile: Para de drama. Você não vai morrer se não fizer trabalho comigo, af. - sai

Mais na frente Juan para Micaella.

Juan: Olha Mica, eu sei porque a professora mudou as duplas.

Mica: Sabe é? - assustada

Juan: Sei. Você e a Milena devem ter combinado de trocar, pra você ficar com o Willy.

Mica: Desculpa é que...

Juan: Você não precisa me pedir desculpas, ok? - ele põe a mão no rosto da garota que ama - Eu sempre estarei aqui te esperando, minha princesa. - os dois se abraçam

No refeitório, chegam Mary, Peche e Milena.

Mary: Nossa Juan, que carinha é essa?

Juan: Ah, nada.

Mary: Conte-me.

Juan: Ah, estou meio triste pelo lance das duplas, sabe? A Micaella quis me trocar.

Mile: Eu também tenho culpa nisso.

Juan: Não, relaxa Milena. Eu sei por que ela fez isso. Deixa quieto, quero o melhor pra ela.

Mary: Ownt, como você é fofo.

Peche: Então né - ciumes - cadê a Mica?

Mica: Oi.

Peche: Não morre mais.

Mica: Quê?

Peche: Esquece.

No quarto, María percebe que Mica não está tão bem.

Mary: O que foi?

Mica: Ah, você sabe. O Juan tá meio triste, não quero vê-lo magoado comigo.

Mary: Relaxa, ele não... - celular toca

M: Alô?

P: Oi.

M: Oi Peche.

P: Eu tenho uma proposta pra te fazer.

M: Uma proposta? Pra mim? Que medo.

P: Não precisa ter medo, eu sou um anjo. Quer ir no BK?

M: Hmm, pra que? - se faz de desentedida

P: Pra gente conversar sobre o trabalho.

M: Quem mais vai?

P: Só eu e hm..  você. Tá com medo? Eu não mordo, rs.

M: Tá me convidando pra sair?

P: E-eu? Não magina. É só um encontro casual para discutirmos nossas tarefas acadêmicas.

M: Ok, não é um encontro então?

P: Não, palhaçinha.

M: Então não preciso ficar linda pra você, rs.

P: Você já é linda.

~ silêncio constrangedor ~

M: Beleza, a gente se vê amanha.





segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Capítulo 15 - Que o jogo comece.










María sussura para Peche: Vai atrás dela.

Peche corre atrás de Carol, que está sentada chorando.

Carol: O que você tá fazendo aqui? - levanta a cabeça

Peche: Vi que você saiu da sala chorando, quis saber o que aconteceu.

Carol: Mesmo e por que? Você não se importa. - sai andando, mas Peche a puxa.

Peche: Você acredita mesmo nisso? Carol, eu gosto de você.

Carol: Gosta? - seus olhos se enchem de esperança

Peche: Gosto, mais como amigo.

Carol: Ah claro. Aquele mesmo papinho de fim de namoro, ' ah podemos ser amigos.' - ela chega perto dele - Me poupe Peche, nós namoramos por um ano, mas agora você quer que eu acredite que você não sente mais nada por mim?

Peche: É quero. - ele a afasta - Porque essa é a verdade. Carol, odeio mentiras, você melhor do que ninguém deveria saber disso.

Carol: Mas Peche, menti porque te amo. Aquela piranhasinha da María de roubou de mim.

Peche: Não fala da María assim.

Carol: Tá vendo, já tá até nervosinho. Ela te enfeitiçou...

Peche: Engraçado Carolina. A María não me obrigou a fazer trabalho com ela, e por que será que eu fiz? Porque ela é uma pessoa mais legal do que você. A Carol que eu gostei, sumiu quando o seu ciume tomou lugar. Me desculpa, se não quer minha amizade não terá nada. Por que daqui pra frente, é só isso que vai ter.

Peche sai.

Carol: Ah não, já não basta a humilhação da sala, tem que ser aqui também? Isso não vai ficar assim.

No refeitório, Peche chega e Willy está sentando ao lado de Mary, ele põe o pé no meio dos dois.

Peche: Licença, rs.

Willy: Por que você quer sentar aqui? Olha um lugar vazio ali na frente.

Peche: Eu quero conversar com a Mary sobre o trabalho.

Willy: Ah sei, trabalho. - ele e Mary riem.

Peche: Tava rindo de mim srta. María?

Mary: E-eu? Não magina.

Todos se olham, María e Peche ficam sem intender nada.

Willy: Então Mile, quando começamos o trabalho?

Mile: Hãn? - no mundo das nuvens

Willy: O trabalho, música, escola. Se lembra?

Mile: Ah claro. - ela meche no cabelo - Quando você quiser Will.

Mica: ' Quando você quiser Will. ' - ela imita a voz de Milena baixo.

Mile: Como é?

Mica: Ah nada não. - se levanta

Willy: Onde você vai Mica?

Mica: Fazer... alguma coisa.

Mica sai.

Mile: Já volto. - ela levanta e vai na mesma direção de Micaella

Willy: Ué, o que deu nelas?

Mary: Nem queira entender, rs.

Mica senta em um banco, Mile chega logo depois.

Mile: Ei, Mica. O que foi?

Mica: Não foi nada.

Mile: Então por que tá falando assim?

Mica: Por que? Você realmente não sabe. Milena, o Willy e você. Me faz muito mal.

Mile: Mas não era minha intenção.

Mica: Mas vai rolar alguma coisa no trabalho, eu sei que vai.

Mile: Se minha palavra não basta pra você, eu troco de dupla.

Mica: Como é?

Mile: Isso mesmo, eu falo com a professora e troco de dupla, eu fico com o Juan e você com Willy.

Mica: Você faria isso?

Mile: Mas é claro. Somos amigas, né?

Mile e Mica vão até a sala de Adriana, Mile entra.

Mile: Profª, gostaria de falar com você.

Adriana: Claro Milena, pode falar.

Mile: Seguinte, eu queria mudar minha dupla.

Adriana: Por que?

Mile: Eu gostaria de fazer dupla com o Juan, para aprimorar meus talentos na dança.

Adriana: Então, você é uma ótima aluna. Já que você quer assim, posso mudar a sua dupla.

Mile: Sério professora, obrigada.

Mile sai.

Mile: Nem acredito que deu certo.

Mica: Nem eu.

As duas saem.

Carol: Não acredito. - ela sai de onde estava escondida - Que o jogo comece.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Capítulo 14 - Eu escolho a Mary.











Todos estão na sala de aula.

Adriana: Atenção alunos, pode me dar um momento? Irei passar um trabalho muito importante, que valerá metade da nota de vocês.

Willy: Ah, não. Professora, trabalho já?

Adriana: Já Willy? Vocês já estão tendo aula há mais ou menos 2 semanas. Já está na hora de eu passar um trabalho ou você pretende ficar o ano inteiro sem fazer nada?

Willy: Na verdade, pretendo. - todos riem

Adriana: Ok classe, já vimos o sr. Engraçadinho fazer piadinhas aqui. Posso continuar Willy? - todos riem

Willy: Não seja por mim professorinha.

Adriana: Passadas as brincadeirinhas e gracinhas do Willy, o trabalho é o seguinte: Vocês irão compôr uma música e farão uma audição, dessa música, comigo. O melhor vai se apresentar no auditório.

Mile: O trabalho, ele é em grupo?

Adriana: É em dupla. - todos gritam de alegria

Willy: Eba!

Adriana: Mais eu escolherei a dupla. - todos gritam de frustação

Willy: Sacanagem em professora?

Adriana: As duplas são Willy e Milena, Micaella e Juan.... - continua

Mary: Espera professora e eu?

Adriana: Então, ocorreu um problema. A sala está em número impar, por isso eu deixei você, a Carolina e o Reinaldo sobrando. Vocês poderão entre si escolher a dupla.

Mary e Peche se olham e riem.

Adriana: Carol, quem você escolhe?

Carol: O Peche, é claro. - risinho falso

Adriana: María?

Mary: O Peche. ((:

Adriana: Pelo que vejo a decisão ficou para o sr. Zavarce. Peche, você pode escolher sua dupla, quem você escolhe?

Peche: Eu escolho a Mary.

Carol: M-mas você não pode. Peche, nós namoram - interrompida

Peche: Ex-namorados, se lembra?

Carol: M-mas profª, eu vou ficar com quem?

Adriana: Você pode fazer dupla, com alguém do 2º. Que tal a Diana? Ela canta super bem e é muito talentosa.

Carol: Ah, pode ser. - ela se vira pra Peche - P-peche, você preferiu ela? Mas nós.. - interrompida

Peche: Carolina, desculpa mas acabou. E mesmo que namorassemos, eu não poderia querer fazer dupla com ela?

Willy faz 'uuuh.'

Carol: Cala a boca Willy! P-peche, você..

Carol sai da sala correndo.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Capítulo 13 - Conte comigo.











Diana entra no quarto e encontra Carol chorando.

Diana: Carol, por que você tá chorando?

Carol: O Reinaldo, ele terminou comigo. - senta na cama

Diana: Olha a sua cara. Seu olho tá inchado e vermelho, você também está com olheiras. Ninguém merece essas lágrimas, inclusive o Peche.

Carol: Di, ele não é um cara qualquer. Ele é 'O Cara' pra mim.

Diana: Se ele te merecesse, você não estaria chorando tanto por ele.

Carol: Você realmente quer me ajudar? Pois não parece.

Diana: Af, só quero o seu bem e você vem me dando patada. - ela senta na cama e abre um livro

Carol: Ok, mas isso não ficar assim?

Diana: Não é? - tentando parecer interessada

Carol: Não. Eu vou me vingar e a Chacón vai se arrepender de ter entrado no meu caminho.

No estúdio...

Mary: '' ... and suddenly, you are i need, the reason, why-y-y, i smile...''

Peche: Oi, ocupada?

Mary: Ah, não não. - assustada - Tava só cantando um pouco.

Peche: Então você gosta de Avril Lavigne?

Mary: É, gosto de algumas músicas dela, admiro a carreira dela.

Peche: Você canta bem. - ele sorri

Mary: Ah, obrigada. Eu vim pra esse colégio querendo me tornar uma estrela e até agora o que consegui é uma inimiga, confusão e fazer um namoro acabar.

Peche: Depende da sua definição de estrela. - ele mexe no cabelo - Esqueceu de uma coisa.

Mary: O que?

Peche: Você também conseguiu um amigo. - os dois riem juntos

Mary: Claro, como esquecer você?

Os dois ficam em um silêncio constrangedor, Peche vê uma partitura e pega.

Peche: O que é isso?

Mary: Ah, nada. - ela tenta pegar, mais ele desvia

Peche: O que é que você não quer me mostrar? - ele ri

Mary: Não é nada. - ela tenta pegar mais ele levanta a partidura - Deevolve Peche.

Peche: Se você disser o que é. - eles começam a rir

Mary: Não, devolve. É vergonhoso. - ela ri alto

Peche: Vergonhoso? Agora que eu vou ver mesmo. - ele vai pro lado e começa a ler a partitura

Mary cruza os braços esperando.

Peche: Que cara de bravinha é essa? - ele ri

Mary: Eu não deixei você ler e você leu.

Peche: Exatamente. - ele ri - Por que você disse que é vergonhoso?

Mary: Porque não tá bom, é péssimo.

Peche: Em que mundo? Isso é muito bom.

Mary: Sei.

Peche: Canta pra mim?

Mary: Nãao.

Peche: Por favor? - faz um biquinho torto

Mary: Me pedindo assim, né.
' Para mi eres un ángel, que me viene acompañar. Que bajo del cielo y su amor, me quiso regalar. Para mi eres un día, lleno de sol. Que le puso letra a mi vida, con su corazón.' - vergonha

Peche: Com alguns arranjos, ficaria perfeita.

Mary: É, não era pra você ter visto. Ela nem tá pronta, e eu só fiz isso até agora. E eu não sei fazer arranjos, é melhor esquecer essa música.

Peche: Eu sei tocar e eu posso te ajudar.

Mary: Pode?

Peche: Claro que posso, eu ajudo você na sua música.

Mary: Own, obrigada Peche. Sério mesmo. - ela abraça ele

Peche: Ah, eu que agradeço. - ele ri

Mary tira a cabeça do ombro de Peche e os dois ficam a centímetros um do outro.

Mary: Então - muito desconcentrada - obrigada, de novo. - ela ri

Peche: Claro Mary, pode contar comigo.








segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Capítulo 12 - Meu amor, não vá.












Peche: Desculpa Carol, eu não consigo olhar mais pra você.

Todos saem.

Mile senta em uma mesa e fica estudando.

Willy: Oi Mile. Tá fazendo o que?

Mile: Enfiando a cara nos livros. Poxa, eu sou péssima em química.

Willy: Ah, você quer que eu te ajude?

Mile: Claro, tudo agora é bem vindo.

Willy ajuda Milena a estudar, e os dois começam a rir muito juntos. Os dois voltam para seus dormitórios.

Mica vê.

Mica: Oi Mile.

Mile: Mica, como vai?

Mica: Bem. Hm, tava fazendo o quê?

Mile: Estudando com o Willy. Por que?

Mica: Ah, nada não.

Mile: Relaxa Micaela!

Mica: Ahn?

Mile: Eu não sou boba. Eu sei que você é super apaixonada pelo Willy. Relaxa, não vou tentar roubar ele de você.

Mica: É, porque se tentasse, consiguiria.

Mile: Não. Você é linda, ok? Burro é ele de não gostar de ti.

Mica: É, ele gosta de você.

Mile: COMO É?

Mica: É, ele me pediu ajuda. Você não imagina o quanto isso me doeu.

Mile: Ahn amiga. Relaxa, eu vou te ajudar, ok?

Mica: Você é o máximo Milena!

As duas se abraçam.

Mary e Peche estão na área verde do colégio.

Mary: Nossa, a Carol deve me odiar agora.

Peche: Por que?

Mary: Porque, por minha causa você brigou com ela.

Peche: Não foi bem por >SUA< causa.

Mary: Não? - decepcionada

Peche: Mais ou menos. - ele ri - Ela mentiu, odeio isso. Se ela tava com ciúmes, era só me dizer. Afinal, eu era o namorado dela.

Mary: Era?

Peche: É, era. Você não achou que eu ia continuar com ela? Achou?

Mary: É, achei. É que foi uma briga.

Peche: Tem outra coisa, acho que estou gostando de uma pessoa.

Mary: Quem?

Peche: Ah, eu acho. Mas tenho certeza que sinto algo muito forte por ela. - ele vai se aproximando do rosto de Mary

Celular toca.

Mary: A-alô?

Mile: Mary, vai ter inspeção nos quartos. É pra você vim, se não a Yaneth pode brigar se te encontrar com o Peche.

Mary: O Peche?

Mile: É, ele tá com você. O Willy veio perguntar dele no quarto, dã.

Mary: Ah, claro. Já vamos!

Desliga celular.

Mary: A Yaneth vai fazer uma inspeção nos quartos, se ela encontra a gente junto, não sei o que ela faz.

Peche: Ah claro. Vamos.

Os dois vão para seus quartos.

No outro dia, Peche vai até o quarto de Carol.

Peche: Carol, quero falar com você.

Carol: Ainda bem, meu amor! E-eu quero - interrompida

Peche: Eu tô terminando com você.

Carol: T-terminando comigo?

Peche: Isso mesmo, tudo acabou entre a gente.

Carol: Mas você não pode fazer isso.

Peche: Posso e estou fazendo.

Carol: Mas eu te amo, você nunca me amou?

Peche: Pra ser sincero, eu gostava de você. Você era meiga e carinhosa, fingia ser uma pessoa que não é. E você é bonita, era pura atração. A Carol que eu gostava antes, não existe. Você mentiu, a verdadeira é essa da crise de ciumes e das maldades.

Carol: Não Peche, eu sou a Carol do começo.

Peche: Aquela Carolina, tá aí dentro em algum lugar. Mas eu não vou esperar ela sair.

Peche sai.

Carol: Meu amor, não vá. - ela sussura e cai na cama, chorando.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Capítulo 11 - Isso não é amor.










Já se passou uma semana desde que Mary devolveu o CD para Peche. Ninguém fala com ele, ele está sozinho.

Mile: P-peche? - ela senta no banco ao lado dele

Peche: Oi Milena.

Mile: Peche, desculpa.

Peche: Por que?

Mile: Porque eu sou sua melhor amiga, e fiquei contra você. O que aconteceu com a Mary, eu devia ter ouvido os dois lados, mas tirei minhas conclusões precipitadas. Eu devia ter ficado ao seu lado, eu sei.

Peche: Relaxa Mile. Melhores amigos também erram, não? - ele ri

Mile: Obrigada. - eles se abraçam

Peche: Mas Mile, agora que você está falando comigo. O que aconteceu?

Na área verde do colégio..

Juan: Mica, posso falar com você?

Mica: Claro.

Juan: Eu percebi, que depois do quase beijo, você não tem falado direito comigo.

Mica: Não é verdade.

Juan: É sim.

Mica: Ok, talvez seja meia verdade. É que Juan, você sabe que eu gosto do Willy. Você é um ótimo amigo, não quero te magoar.

Juan: Tá bom Mica. Eu te entendo, mas eu quero ser seu amigo. Quero que você continue falando comigo e tudo mais. Eu sei que você gosta do Willy, mas eu posso esperar. Porque um dia você vai perceber que ele não é o cara certo pra você.

Mica: Mas, e se esse dia não chegar? Não quero te magoar.

Juan: A escolha é minha. Por você eu me arrisco e espero.

Enquanto isso...

Mile: Peche, acho melhor você falar com a Mary.

Peche: Mas ela não quer falar comigo.

Mile: Eu vou com você.

Os dois encontram encontram Mary...

Mile: Mary? O Peche quer falar com você.

Mary: Eu não quero falar com ele.

Peche: Por favor Mary, me explica o que eu te fiz?

Mary: Você sabe!

Peche: Não! Eu não sei, por isso estou pedindo. Me explica.

Mile: Ok, vou deixa-los a sós.

Mary: Ok. Eu vou dizer. A Carolina veio falar comigo como quem não queria nada, falar que a gente começou mal, que ela queria ser minha amiga. Que ela não sentia ciumes de você, porque você estava sendo meu amigo por pena. Pelo fato de eu ser a garota nova, e não ter muitos amigos. Por isso, você tava sendo meu amigo.

Peche: E você acreditou nela?

Mary: É, acreditei. Mas eu pensei, você é o namorado dela, pela lógica, vocês compartilham tudo.

Peche: Mas ela mentiu. Aqueles sms que nós trocamos, em que eu conheci melhor sobre você e você sobre mim, significaram muito. Eu sou seu amigo, porque você me faz bem.


Mary: V-verdade?

Peche: Verdade.

Mary: Desculpa, Peche. Eu não devia ter feito isso com você. Então, a Carolina mentiu?

Peche: É, mentiu. E eu vou resolver isso agora. - ele sai andando furioso, e Mary o segue.

Os dois vão andando juntos, Willy, Mica e Mile vêem e vão atrás.

Carol: Oi amor! - selinho

Mary revira os olhos.

Peche: Oi amor, nada. Carol, o que você falou pra Mary?

Carol: E-eu? Não falei nada.

Peche: Não mente. O que você falou?

Carol: N-nossa amor, porque tá falando assim comigo? E-eu não disse nada, ela deve ter inventado.

Willy: Ih, gaguejou. Perdeu a razão.

Carol: Cala a boca Martin! E-eu não disse nada, ela inventou.

Mary: E por que eu inventaria?

Peche: Ela não tem motivos.

Carol: E eu? Por que eu inventaria?

Peche: Ciúmes.

Carol: Eu? Há, por que eu teria ciumes dessa coisinha?

Mile: Vejamos, ela é mais bonita, tem mais amigos, é mais simpática.

Willy: Seu namorado gosta de conversar com ela.

Mica: Só alguns motivos...

Carol: P-Peche, você vai deixar seus amigos falarem assim comigo?

Peche: Você disse que eu era amigo dela por pena?

Carol: E-eu... - interrompida

Peche: Você disse?

Carol: N-não.

Mary: Com as suas palavras, ' Eu conversei com ele, sei que ele só tá assim, tão próximo de você, por pena.' - imita a voz dela

Willy: Você guardou as palavras?

Mary: É Will, não sairam da minha cabeça.

Carol: Talvez tenha dito algo assim.

Peche: Talvez? Carol, você é horrivel. Eu sinto nojo de você.

Carol: P-peche. Eu fiz isso pro seu bem.

Peche: Pro meu bem? Você colocou meus amigos contra mim?

Carol: Como é?

Peche: É, você sabia que com essa história, eles iam me acham um cretino. Você os pôs contra mim?

Carol: P-peche eu te amo.

Peche: Mesmo? Isso não parece amor! Isso é possessividade, eu não sou um objeto pra ser seu. Você não é minha dona.